Merry Christmas!
Às vezes eu entro em modo mau. E isto é assustadoramente cômico, de certa forma. E terrível. Porque eu me sinto claramente à vontade nesta versão sádica. Não é como se eu quisesse me divertir às custas da dor alheia. It's just... como se poder, e não sangue, circulasse em minhas veias, e eu me pego admirando esta sensação. De fato, gostando dela. E nestes dias estranhos meu poder de ferir as pessoas que se atrevam a cruzar meu nada doce caminho aumenta exponencialmente. E aquilo que parece ser um dom natural, quando elevado a alguma potência aleatória, torna-se devastador. São períodos negros. Ocasionalmente, literalmente negros. Deixem-me explicar: minha cor favorita é preto. Metade (mais?) das minhas vestes é de um negro tão profundo e cru quanto a noite sem lua, ou, para ser mais clara aos que me conhecem pessoalmente, quanto meus cabelos em dias assim. O contraste com minha pele morena clara (quase pálida-anêmica, como insiste minha mãe) é evidente, eu me vejo envolta por uma atmosfera fria e tão ausente de cor quanto minhas roupas.
Sarcasmo, ironia, língua extremamente afiada e ferina e mau-humor são adjetivos tão familiares para mim desde que descobri que Descartes estava certo que identificar de imediato o início de uma temporada sombria não era tão fácil, até eu descobrir um sentimento novo, um que definitivamente não constituía meu temperamento normal: crueldade. Mesmo leve, ela se fez notar. E eu tive medo. Medo de que ela se instalasse para não mais sair, medo de me tornar algo que eu sempre desprezei. Um ser sem escrúpulos, insensível. Completamente insensível, devo esclarecer. Afinal, sou um pouco gelada. But just a little.
Sentir prazer em ferir, machucar, magoar profundamente a pobre alma que se atrevesse a me desafiar. A me olhar nos olhos e me desafiar aberta ou veladamente. Completamente sem sentido, não é? Pois é. Mas meus dias escuros são (ou eram) assim. Digo eram porque no dia em que praticamente pude observar um pedaço de alguém que me amava (ama?) dilacerado pelas minhas palavras tão amargas e venenosas... desesperadamente eu juntei todos os traços tão latentes de senso, justiça e bondade que existem em mim e forcei o lado negro da força (momento Star Wars) para dentro, e eu devo ser realmente uma pessoa calculista, dotada de uma incrível racionalidade e de grande força de vontade, além de possuir um amor muito forte (ainda que bem escondido) dentro do peito... porque eu consegui, em minutos, e eu devo dizer que foram menos de cinco, me livrar daquela escuridão opressora e angustiante. E, hohoho, eu pedi desculpas. Ah sim, este fato memorável deveria estar registrado em algum local importante. Veja bem: além de me livrar da minha irritante porção Sith, eu engoli e digeri o meu (acariciado, polido e gigantesco) orgulho e pedi perdão à amável figura visivelmente impressionada e abalada pelos meus últimos comentários, a maioria direcionada à sua pessoa e seu comportamento. Provavelmente algumas verdades foram ditas entre as alfinetadas por mim lançadas, mas não necessariamente precisavam do todo aquele tom gélido e cruel, cortante e maldoso, graciosamente (meu ponto de vista) sarcástico e horrivelmente doloroso (para ele).
Anyway, because of him I'm better now. Today. Faz algum tempo que não vislumbro The Dark Side. Infelizmente hoje (oh céus... justo hoje... eu vou me conter, eu vou me conter, eu vou me conter) ele deu as caras, ou melhor, o nariz. Eu vou me conter. Eu vou me conter. Eu VOU me conter. A menos que aquela desagradável loira (ser insuportável e falso) resolva abrir a boca e emita alguma babaquice estúpida e idiota e imbecil e, 'course, insignificante e desnecessária em forma audível. Não vou estragar este dia especial para os que são objeto do meu (raro) afeto. Do meu profundo (no sentido de situado na extremidade mais distante de um ponto, considerando a distância reta entre dois pontos) amor. Escondido, mas potente. Wow. Quase pude sentir algo quente passeando pelas minhas veias. Oh. Pausa para Momento Mágico. Oh. Ok, fim do Sentimento Nobre e de volta à minha fina e natural ironia, ao sarcasmo comedido e à costumeira impaciência. Oh damn... I love me. Hohoho. Feliz Natal e um ótimo, excelente e maravilhoso ano novo para quem ler este post (3 gatos pingados). Para quem não ler, bem, isto não faz absolutamente sentido, mas... desejo a mesma coisa. Ok, chega de baboseiras. That's all folks. Enjoy the Christmas, and remember what its really signified... =]
Sarcasmo, ironia, língua extremamente afiada e ferina e mau-humor são adjetivos tão familiares para mim desde que descobri que Descartes estava certo que identificar de imediato o início de uma temporada sombria não era tão fácil, até eu descobrir um sentimento novo, um que definitivamente não constituía meu temperamento normal: crueldade. Mesmo leve, ela se fez notar. E eu tive medo. Medo de que ela se instalasse para não mais sair, medo de me tornar algo que eu sempre desprezei. Um ser sem escrúpulos, insensível. Completamente insensível, devo esclarecer. Afinal, sou um pouco gelada. But just a little.
Sentir prazer em ferir, machucar, magoar profundamente a pobre alma que se atrevesse a me desafiar. A me olhar nos olhos e me desafiar aberta ou veladamente. Completamente sem sentido, não é? Pois é. Mas meus dias escuros são (ou eram) assim. Digo eram porque no dia em que praticamente pude observar um pedaço de alguém que me amava (ama?) dilacerado pelas minhas palavras tão amargas e venenosas... desesperadamente eu juntei todos os traços tão latentes de senso, justiça e bondade que existem em mim e forcei o lado negro da força (momento Star Wars) para dentro, e eu devo ser realmente uma pessoa calculista, dotada de uma incrível racionalidade e de grande força de vontade, além de possuir um amor muito forte (ainda que bem escondido) dentro do peito... porque eu consegui, em minutos, e eu devo dizer que foram menos de cinco, me livrar daquela escuridão opressora e angustiante. E, hohoho, eu pedi desculpas. Ah sim, este fato memorável deveria estar registrado em algum local importante. Veja bem: além de me livrar da minha irritante porção Sith, eu engoli e digeri o meu (acariciado, polido e gigantesco) orgulho e pedi perdão à amável figura visivelmente impressionada e abalada pelos meus últimos comentários, a maioria direcionada à sua pessoa e seu comportamento. Provavelmente algumas verdades foram ditas entre as alfinetadas por mim lançadas, mas não necessariamente precisavam do todo aquele tom gélido e cruel, cortante e maldoso, graciosamente (meu ponto de vista) sarcástico e horrivelmente doloroso (para ele).
Anyway, because of him I'm better now. Today. Faz algum tempo que não vislumbro The Dark Side. Infelizmente hoje (oh céus... justo hoje... eu vou me conter, eu vou me conter, eu vou me conter) ele deu as caras, ou melhor, o nariz. Eu vou me conter. Eu vou me conter. Eu VOU me conter. A menos que aquela desagradável loira (ser insuportável e falso) resolva abrir a boca e emita alguma babaquice estúpida e idiota e imbecil e, 'course, insignificante e desnecessária em forma audível. Não vou estragar este dia especial para os que são objeto do meu (raro) afeto. Do meu profundo (no sentido de situado na extremidade mais distante de um ponto, considerando a distância reta entre dois pontos) amor. Escondido, mas potente. Wow. Quase pude sentir algo quente passeando pelas minhas veias. Oh. Pausa para Momento Mágico. Oh. Ok, fim do Sentimento Nobre e de volta à minha fina e natural ironia, ao sarcasmo comedido e à costumeira impaciência. Oh damn... I love me. Hohoho. Feliz Natal e um ótimo, excelente e maravilhoso ano novo para quem ler este post (3 gatos pingados). Para quem não ler, bem, isto não faz absolutamente sentido, mas... desejo a mesma coisa. Ok, chega de baboseiras. That's all folks. Enjoy the Christmas, and remember what its really signified... =]

2 Comments:
Eu sabia. Eu tinha razão. Só para variar. 3 (exatamente 3) gatos pingados. E aquela sonsa (não me mate... ¬¬') não comentou ainda. Mas eu sei que ela leu. Ela sempre lê.
Shut up your mouth! Let me stay at your side and you'll see what I'll do with you. Humph. You're the most pridest woman I ever knew in my life. And since than you can include me, this's a very (almost) bad thing.
Carolina F. (I forgot my pass ¬¬)
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