Filosofia insone
Incrível como amadurecemos em pouco menos de dois anos. E como nos tornamos mais reservados, ou diametralmente opostos a isto, ou simplesmente equilibrados. Tecnicamente, a equidade representa a perfeição. O ponto neutro onde não há vestígio de briga entre os sinais matemáticos. Tudo se ajeita com uma plácida perfeição. Mas a placidez é tão frágil que pender e tender é quase inevitável. Realmente, eu diria que é apropriado manter-se no centro do plano cartesiano. Mas não saudável. Não totalmente. Não sempre. É enlouquecedor manter os nervos, as emoções, os sentimentos e alguns pensamentos irracionais sob controle all the time.
Supondo que consiga realizar este feito (e se você realmente conseguir, eu concordo em te conhecer). Depois do período de insanidade (certamente existe um) que você atravessou a fim de manter-se em harmonia com o resto do mundo (eu entendo que queira sair comigo, mas não precisava chegar a tanto... ¬¬'), você se torna... neutro. Matematicamente, zero. Zero. Um algarismo tão insignificante para os romanos que eles não tinham um símbolo para ele. Ok, os romanos não são exatamente um grandioso exemplo de criatividade (os deuses deles não são deles), mas eram argutos, e... isto não importa. Eles ferraram-se há séculos. E a culpa não foi do zero.
Voltemos ao zero frio... à vaca... oh, como queira. Adentrado o mundo misterioso da neutralidade, você perde parte de sua humanidade. Ah sim, pois somos seres dotados de razão e paixões, desejos secretos e ardentes e consciência (aquela voz que se parece muito com a sua mãe, mas que tem acesso direto a todos os seus pensamentos obscuros - brr... imagine se sua mãe também tivesse esse poder - oh desastre). E alcançada a plenitude (segundo os filósofos gregos --> equilíbrio entre mente e corpo - de um modo tão sucinto que até ofende), o que resta senão... nada? O que há para combater? Seus dois leões interiores são amigos íntimos. Eles não te perturbam mais com perrengues desimportantes (ou importantes). Ok. Você sabe, é como a história do príncipe encantado, que jura te salvar de todos os perigos, e conquistar todos os reinos, e matar todos os dragões, e etc etc e tal. Mas... e depois? Depois que não houver mais perigos, nem reinos livres, ou dragões? É exatamente isso. Depois que se atinge o ápice da calmaria, depois que a corda para de balouçar, e o vento não exerce mais a menor influência sobre sua segurança... é quase como se não houvesse mais vida a ser explorada, descobertas a serem feitas, caminhos e trilhas a serem construídos por você.
Oh, forget it. I need sleep. Sometimes I'll want (or wish) be like Carolina and post old texts to open a new blog. Ah, fuck off... Damn the little sad moment. ¬¬ I'm so much better that this. =P
Felicidades para todos os gatos gotejantes que apreciam este inigualável journal.
Supondo que consiga realizar este feito (e se você realmente conseguir, eu concordo em te conhecer). Depois do período de insanidade (certamente existe um) que você atravessou a fim de manter-se em harmonia com o resto do mundo (eu entendo que queira sair comigo, mas não precisava chegar a tanto... ¬¬'), você se torna... neutro. Matematicamente, zero. Zero. Um algarismo tão insignificante para os romanos que eles não tinham um símbolo para ele. Ok, os romanos não são exatamente um grandioso exemplo de criatividade (os deuses deles não são deles), mas eram argutos, e... isto não importa. Eles ferraram-se há séculos. E a culpa não foi do zero.
Voltemos ao zero frio... à vaca... oh, como queira. Adentrado o mundo misterioso da neutralidade, você perde parte de sua humanidade. Ah sim, pois somos seres dotados de razão e paixões, desejos secretos e ardentes e consciência (aquela voz que se parece muito com a sua mãe, mas que tem acesso direto a todos os seus pensamentos obscuros - brr... imagine se sua mãe também tivesse esse poder - oh desastre). E alcançada a plenitude (segundo os filósofos gregos --> equilíbrio entre mente e corpo - de um modo tão sucinto que até ofende), o que resta senão... nada? O que há para combater? Seus dois leões interiores são amigos íntimos. Eles não te perturbam mais com perrengues desimportantes (ou importantes). Ok. Você sabe, é como a história do príncipe encantado, que jura te salvar de todos os perigos, e conquistar todos os reinos, e matar todos os dragões, e etc etc e tal. Mas... e depois? Depois que não houver mais perigos, nem reinos livres, ou dragões? É exatamente isso. Depois que se atinge o ápice da calmaria, depois que a corda para de balouçar, e o vento não exerce mais a menor influência sobre sua segurança... é quase como se não houvesse mais vida a ser explorada, descobertas a serem feitas, caminhos e trilhas a serem construídos por você.
Oh, forget it. I need sleep. Sometimes I'll want (or wish) be like Carolina and post old texts to open a new blog. Ah, fuck off... Damn the little sad moment. ¬¬ I'm so much better that this. =P
Felicidades para todos os gatos gotejantes que apreciam este inigualável journal.

1 Comments:
OH Céus, que post dotado de ausência (antagonismos) de sentido! Como EU pude produzir ESTE texto? Ah, acabei de me lembrar. Momento insone depressivo. ¬¬'
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